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Revolução na queda livre
Publicado em 12.Feb.2013

Depois de, em outubro de 2012, Felix Baumgartner ter feito um salto estratosférico, que o lançou a uma altitude superior a 38 mil metros, entrando em queda livre, e superando a velocidade do som, a Red Bull Stratos, responsável por este projeto, divulgou agora alguns números interessantes, preparando-se, desde já, para introduzir inovações, tendo já certificado, por exemplo, o fato de pressão e todo o equipamento de páraquedas, para além de ter fechado novos protocolos de assistência médica.
Confira aqui alguns dos números analisados pelos peritos e que vão mudar equipamentos para a prática da queda livre, tratamentos médicos e futuras viagens espaciais. Para além de aplicações na área médica, ao serviço dos desportos radicais, o projeto deu um forte contributo no tratamento de embolias.

4m20s foi quanto durou a queda livre de Baumgartner.
1.357km/h, correspondente a 1,25 vezes a velocidade do som, foi a velocidade máxima atingida em queda livre.

185 batidas cardíacas por minuto, variando entre 55 e 175 durante a queda livre, foram registadas no momento do salto , depois de Baumgartner ter chegado à estratosfera terrestre com a ajuda de um balão de hélio.

25 segundos foi o tempo que o austríaco ficou sentir os efeitos da gravidade, entrando em rotação quando chegou ao contacto com a camada mais densa da atmosfera, girando durante 13 segundos, ao ritmo de 60 rotações por minuto.

Paula Capela Martins

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