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Há 60 genes associados à obesidade
Publicado em 14.Sep.2015
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Para combater a obesidade é necessário planear uma mudança de estratégia que passe por dar prioridade à atividade física. Durante muito tempo, o foco foi centrado de forma isolada na nutrição, mas há evidências de que não há alimentos maus, uma vez que tudo depende de quanto se consome. Para Rafael Urrialde, especialista em nutrição, “a alimentação deve ser variada, moderada e equilibrada, tendo em conta as necessidades específicas de cada pessoa e tudo isto com atividade física diária”. Quanto à genética da obesidade, Jose Maria Ordovás, director do laboratorio de nutrição e genómica da Universidade de Boston, afirmou que “houve um momento em que a predisposição para ganhar peso foi possivelmente uma ação protetora pois facilitava a sobrevivência em tempos de escassez, algo que abundava no passado. Isso fez com que esses genes de poupança fossem favorecidos pela evolução, talvez por milhares de anos, levando a que  se tornassem mais comuns, especialmente em locais sujeitos a fome. São estes poupadores energéticos do passado que hoje em dia se encontram mais afetados pelo risco de obesidade e quem sabe também das suas consequências patologicas”. Ordovás referiu que “não há nenhum gene da obesidade, mas atualmente são conhecidos cerca de 60 genes associados à mesma”.

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